Infelizmente, atualmente temos visto muitos registros de assaltos e arrastões a condomínios residenciais. Este crescimento nos arrastões a condomínio, principalmente de prédios (78%), está relacionado ao aumento na criminalidade no País, como apontaram diversas estatísticas no decorrer do ano. Cerca de 47% dos roubos são realizados por pequenos bandos, com até 5 pessoas. “Condomínios bem equipados, onde há monitoramentos eletrônicos e profissionais de portaria treinados, não são alvos de quadrilhas, pois os assaltantes preferem locais que não apresentem muita dificuldade de acesso e ação.”, defende Walter Uvo, da empresa de segurança FocusMind.
De nada adiantaria a tecnologia do monitoramento eletrônico, com todos os seus equipamentos de última geração, se os profissionais que ocupam as portarias dos condomínios não estiverem preparados. “Esse profissionais de portaria não são seguranças, mas, precisam ter a sensibilidade necessária para zelar pela segurança.
Por isso, são rigorosamente selecionados e após a contratação passam por treinamentos específicos onde estudam as possibilidades de abordagem suspeita e participam de simulações de ações necessárias em caso de perigo. Os porteiros precisam ser treinados para identificar o que pode ser suspeito e como proceder em prol da segurança do condomínio e seus moradores.
Mas, a segurança de um condomínio depende não apenas da boa atuação do profissional da portaria e do monitoramento eletrônico. Há 3 pilares fundamentais, que são: o porteiro, o equipamento e o morador. Se há uma conscientização, todo o risco de assalto e invasões diminui.
Por isso, todo condomínio tem regras de controle de acesso e segurança, que devem ser conhecidas de todos, principalmente dos moradores. O porteiro é peça fundamental na hora de orientar os moradores e ajudá-los a manter a segurança do local. O porteiro precisa ter uma leitura aprimorada e ter todos os acontecimentos da portaria sob controle.