Escolas e creches são locais propícios à transmissão de infecções respiratórias

Imóveis | 12/08/2011

Algumas doenças infecciosas comuns entre crianças em escolas e creches, como infecções respiratórias e diarréias, costumam atrapalhar a rotina escolar dos pequenos e também a de seus pais, que se ausentam do trabalho para cuidarem deles. Creches e escolas são locais propícios à transmissão e propagação desses tipos de doenças, resultando em recorrentes faltas às aulas e, conseqüentemente, ao trabalho.

Pesquisas mostram que as crianças em creches e escolas visitam com mais freqüência ambulatórios médicos, pronto socorros e utilizam mais medicamentos em comparação com as crianças que não freqüentam creches.

Pais que querem reduzir o número de tosse e infecções em seus filhos podem explorar os benefícios do iogurte com probióticos, de acordo com os resultados de um estudo clínico americano conduzido pela Georgetown University Medical Center em Washington e realizado em larga escala com crianças que freqüentam creches e escolas.

Segundo publicação científica do European Journal of Clinical Nutrition, pesquisadores americanos da Georgetown University Medical Center envolveram mais de 600 crianças, com idade entre 3 e 6 anos e freqüentando creches e escolas durante cinco dias por semana em um estudo para analisar se as bactérias Lactobacillus casei DN 114-001 poderiam ter efeito positivo sobre doenças infecciosas comuns.

Os pais concordaram em alimentar seus filhos regularmente com um iogurte durante três meses. Metade das famílias consumiram bebida láctea não fermentada acidificada e a outra metade recebeu o iogurte probiótico, ou iogurte com bactérias benéficas. Os pais não sabiam qual dos dois tipos de iogurte dariam a seus filhos, mas foram responsáveis pelos relatos.

“Ao final dos três meses de estudo, observou-se uma significativa redução da incidência de doenças infecciosas comuns, principalmente das infecções gastrintestinais. As crianças que consumiram o iogurte probiótico tiveram 24% menos infecções gastrointestinais e 18% menos infecções respiratórias do que as crianças que tomaram a bebida láctea acidificada.

*Fonte: Estudo publicado em 2010 pelo European Journal of Clinical Nutrition e conduzido pela Georgetown University Medical Center, Washington, DC, USA.

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